Bêbado, deixei a minha pequena ser abusada na minha frente

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Essa é mais uma estória (ficção), que eu trago a vocês. Dependendo dos comentários, pode ser que se torne até uma série.

Tres anos após Henry e sua esposa terem adotado uma menina em um orfanato, sua mulher faleceu em um acidente de barco.
Na época Henry tinha 30 anos e a Samantha, a menina que adotaram, tinha um pouco menos que meia dúzia de idade quando tragédia ocorreu.

Samantha era uma menina incrível, e ela era a companhia de seu pai para tudo. Henry tinha uma boa situação financeira e morava em uma boa residência, em um condomínio de alto padrão na Capital. Samantha estudava no melhor colégio da cidade, vestia as melhores roupas o que a deixa ainda mais linda. Ela era uma morena de cabelo bem liso e, comprido, pele muito branca e olhos amendoas, uma gracinha.
Mas acabou chegando e Henry perdeu tudo. A empresa quebrou e não tinha mas como pagar a hipoteca da casa e a mensalidade da filha. E como não lhe restava outra alternativa, vendeu tudo q sobrou de valor e resolveu recomeçar a sua vida em outra cidade. Bem longe dalí.

Semanas depois…

Henry comprou uma casa modesta em uma cidadizinha pequena e charmosa no sul da Bahia.
Ele a mobiliou com os móveis da sua antiga casa, comprou um carro economico da venda da sua BMW e matriculou Sam, como ele costumava a chamar, em uma escola não muito longe de sua casa. Logo depois Henry conseguiu um emprego em uma fábrica, 30 minutos saindo da cidade, que pagava um salário decente por mês, entre outros benefícios.

Dois meses se passaram e Henry e Sam já estavam adaptados a sua nova vida. Samanha, agora com 6 aninhos ja tinha amiguinhos na escola e Henry já conhecia alguns vizinhos, um deles era Afonso, um cara negro, na faixa dos 40 anos, muito charmoso e tinha a cara daquele ator britânico Idris Elba.
Afonso foi a primeira pessoa a falar com Henry na cidade. E acabou se tornando tb a primeira pessoa com quem ele saia regulamente aos finais de semana e que frequentava a sua casa. Inclusive foi Afonso que conseguiu um emprego pra ele na fábrica.
Henry sempre se considerou um cara bonito. Ele era forte, branco, 180alt. e tinha um sorriso marcante. Mas nada disso era o suficiente quando ele estava com Afonso. Afonso era um negão de tirar o chapeu, não tinha uma mulher na cidade que ela já não tinha metido a rola (e que por sinal que rola). Na fábrica, no banho, Henry viu o pacotão dele em sua sunga vermelha. E achou toda aquela visão excitante msm nunca tendo qualquer experiencia homossexual em sua vida. Aquele negro lhe causou mais impressão do que ele imaginava.

No feriadão da independência, Afonso o convidou pra passa-lo com ele em sua casa. A casa de Afonso era bastante confortável. Ele tinha um quintalzao, piscina com churrasqueira, arvores frutíferas e no fundo um iguarape. Uma residencia realmente incrível.

Nesse dia tinha jogo do mengão passando, javali assado e muita cerveja. Ele pediu tb que trouxesse Sam pois ele comprou uma piscina de plástico pra ela brincar na aguá, enquanto eles estivessem no iguarapé bebendo cerveja e comendo petiscos. Henry simplesmente adorou. Não tem coisa melhor do que seus amigos gostarem dos seus filhos e não apenas tratarem bem só quando tivessem na presença dos pais.

Ja eram duas da tarde quando Afonso vê a filha do amigo olhando pra ostra e não sabendo como se comia aquela iguaria. Então ele a pegou e a pôs em seu colo,mostrando que era só por a concha na boca e chupar a carne junto com o líquido, mastigar bem e engolir. E assim ela fez. Acabou comendo umas cinco e depois ficou brincando com os recipientes vazio da ostra, sem sair do colo do Afonso.
Quando eles estavam entretidos conversando sobre ostras, Henry observando os dois. Afonso, se dava muito bem com sua filha, e a pele dele em contraste com a da Sam era uma coisa muito excitante e tb erótica. A forma como Afonso falava com ela, como tinha um braço ao redor da sua cinturinha e falando coladinho ao seu ouvidinho deixou seu pai de pau duro. Apesar de ele se sentir mal com o pensamento, seu tesão falava mais alto.

Afonso já pra lá de bebado, assim como Henry, continuava falando bem coladinho no ouvido de sua filha. Ele falava com ela com a mesma expressão de um cara na balada botando uma catando em uma mulher pra leva-la pra cama. Henry só observava os dois, alheios a ele, com o pau babando na cueca. Ele pensava, como Afonso tava com tesão na sua filinha, uma criança ainda. E aquilo ficou na cabeça dele fazendo o beber mais um copo cheio de cerveja,enchendo a do seu amigo tb.
Ate que Afonso se levanta da cadeira e sua rola aparece bem na sunga branca, que estava parcialmente suja na parte da frente. Foi ae que não restou mais dúvidas que seu amigo tava se aproveitando da sua filinha. Afonso tinha gozado.

Um tempo depois Afonso reaparece e pos Sam de novo em seu colo. Dessa vez, com ela de frente pra ele e ele brincando de fazer cosquinha nela. Certa hora ele a faz da uma puladinha em seu colo, como se estivessem brincando de cavalinho. Nessa hora o pau do seu pai ja doia de tanto duro que ja estava. E foi aqui que ele fala que iria no banheiro da uma mijada, cobrindo a rola com uma camisa ao se levantar da mesa. Ao chegar no banheiro, nao aguenta e bate uma punheta como nunca bateu na vida. Ele tava tão excitado que sua porra jorrou q nem urina. Imaginando aquele negro abusando discretamente da sua filhinha de apenas 6 aninhos, o deixará com muito tesão.

Depois de uns minutos, Henry sai do banheiro e de vê de longe aquele seu amigo apalpar a bucetinha da sua filha por cima do biquini. E a beijar no rostinho e pescocinho falando sabe lá o quê em seu ouvidinho. E pela fisionomia da filha, a safadinha tava adorando.
Quando Henry percebe que ele ja nao tava mais a cantando, ele se aproxima da mesa e avisa que por estar bastante bebado iria pra casa descançar um pouco. Mas Afonso diz a ele pra dormir em sua casa aquele dia e que ficaria tomando conta da sua filha enquando ele descançava. Henry ainda excitando, queria ver aonde aquilo ia dar e foi pra dentro da casa dormir um pouco. Mas assim que deitou no sofá,lembrou que seu celular ficou em cima da mesa e se levanta pra busca-lo. Quando ele chega na porta percebe que seu amigo e sua filha não estam mais na mesa. Então ele sai da casa e procura pelo quintal.

Não muito longe dali, ele finalmente encontra Afonso. Seu amigo estava segurando sua filha pela maozinha e a levando pra um chalezinnho bem escondido atrás da residencia.