Filhinha do papai vive seu dia de puta!

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Olá, eu sou a Maíra, tenho 19 anos, tenho 1,64, 55 kilos, tenho os cabelos castanhos claros, mas há muito tempo estou loira, tenho olhos esverdeados. Eu trabalho na concessionária do meu pai, em uma cidade do interior de Minas Gerais. Namoro com o Fabrício, um amigo que conheci nos últimos anos do ensino médio, ele passou no vestibular e foi morar em São Paulo, é estudante de veterinária, tanto o pai, como a mãe dele, são veterinários. Apesar da distancia nós continuamos namorando, nos falamos pela internet, e nos feriados prolongados ele volta pra cá, mas confesso que me sinto um pouco sozinha e carente, e até necessitada, pois sempre fui muito ativa, e depois do primeiro namoro com 14 anos, nunca fiquei sem namorado.
Minha única forma de me distrair e sair com as amigas nos finais de semana, nas poucas festas que acontecem em nossa cidade, é uma cidade pequena, e praticamente só existe um barzinho aonde todo o pessoal vai, lá todo mundo se encontra nas noites de sexta e sábado. O que é muito comum aqui é o próprio pessoal fazerem festas nas chácaras, meu pai tem uma chácara que ele normalmente aluga, e eu muitas e muitas vezes faço festas lá com o pessoal que estudou comigo. Meu pai como já disse é dono de uma concessionária, da marca Ford, eu trabalho lá como secretária dele, não é nada muito puxado, além do trabalho, eu me dedico hoje a estudar inglês e espanhol, e na academia, sempre curti fazer exercícios, cheguei até a pensar em fazer educação física, mas meu pai achou melhor eu estudar administração pra cuidar da concessionária, porém como eu não curti muito a idéia estou enrolando.
Bom eu tenho um EcoSport que meu pai me deu, adorei o Jipinho, tive o primeiro modelo, depois o segundo, virei fã de jipes, claro que o Eco é um meio-jipinho, pra socar na terra, na lama é preciso um jipe de verdade. Bom eu não me interessava muito por essa coisa de Off-Road na época, mas comecei a curtir um pessoal que sempre passava lá na avenida principal da cidade, onde o pessoal se reúne perto do barzinho. Um grupo de quatro garotos com a idade mais ou menos como a minha, passeavam sempre por lá em um Jeep Willys azul royal, sem capota, apesar de o modelo ser velho estava super conservado, e eu tinha uma vontade de uma voltinha nele, sem a capota com o vento batendo na gente, em um dia de calor. Outra coisa que chamava atenção eram os garotos, todos bem fortinhos, um deles eu já até conhecia de vista lá da academia, sabia que o nome era Marcelo, mas não sabia mais nada dele. Só que eles eram negros, eu não curtia muito isso na época, mas me lembro desse diálogo que tive com uma das minhas amigas.
Eu – Nossa deve ser uma delicia andar naquele jipe com esse calorão.
Juliana – Hummm quer andar com os quatro negões hahaha
Eu – Que isso Ju…Aff tô falando do vento, do calor… imagina aqueles caras?
Juliana – Ué que que tem? São saradinhos hahah
Eu – São feios! Moram na Santa Gertrudes…imagina ( é um bairro pobre, o mais violento daqui)
Amanda – Hahaha, mas eles são negros! Hummmm…
Eu – E daí?
Amanda – Ué tem o pinto grande! Hahaha…
Todas rindo muito.
Eu – Quem disse? Aff palhaçada!
Juliana – Todo mundo diz! Que eles tem o pinto grande, e japonês tem o pinto pequeno hahaha…
Eu – Aff, nada háver! Pura conversa!
Juliana – Bom você deve saber hahhaha
É que o Fabrício é descendente de japoneses, então isso era uma provocação, eu fiz questão de deixar claro que não achava aquilo, mas no fundo eu sabia que era verdade, não que o Fabrício fosse pequeno, bem pequeno, mas em comparação aos meus outros namorados, ele era o menor sim, mas isso também nunca me incomodou.
Depois daquela conversa eu fiquei com aquilo na cabeça, achava engraçado aquela história, pensava será que era verdade? Bom mas isso logo passou, o que não passou foi à vontade de ter um jipe daqueles, e depois eu acabei falando com meu pai sobre aquilo… o Jipe claro hahaha… ele achou legal, disse que devia ser gostoso mesmo andar em um jipe sem capota, todos os nossos carros eram da Ford, meu pai tinha um Fusion e um Edge, minha mãe um Fiesta hatch, ela gostava de carros pequenos. Mas apesar disso não era uma regra, só por serem donos de uma concessionária não éramos obrigados a ter carros só dela, mas claro que não poderia ser das concorrentes diretas, mas o carro que eu estava de olho era um Jeep Wrangler, que é nada mais que o Willys moderno, só que muito e muito caro. Mas aqui eu tenho que confessar, eu não tenho vergonha em dizer que sou uma menina mimada, eu sou filha única, meu pai tem dinheiro, e me dava tudo que eu queria, roupas de marca, o Eco, sapatos, jóias, tudo! Não vou negar, eu sou uma patricinha mesmo, mas sou gente boa, não sou metida, então acho que é isso que vale! E sendo assim no meu próximo aniversário eu ganhei um Jeep Wrangler vermelho.
Logo que comecei a circular com ele e minhas amigas na cidade, já fomos notadas justamente pelos garotos do outro jipe, o mais engraçado é que isso virou moda na cidade, começaram a aparecer uns jipes velhos, alguns bem conservados, uns Buggys, sempre daquele jeito, sem capota e com algumas pessoas dentro, tinha pra todos os gostos, azul deles, vermelho meu, amarelo, verde, branco, e até um Buggy roxo! E um dia quando passávamos na avenida coincidiu de pararmos no farol junto com os garotos do jipe azul, e logo o motorista começou a conversar.
Motorista – Pô jipinho bonito esse seu, eim?
Eu – Ah é ele é lindo né, gostou?
Motorista – É de carro eu prefiro o meu, que é meu, mas a passageira eu prefiro você!
Eu (rindo) – Ah tá, ta bom…
Motorista – Como você chama?
Juliana – Ela se chama Maíra e já falou pra mim que te acha um gato!
Eu – Jú que isso!
Todos rindo.
Motorista – Eu me chamo Vitor, esses aqui são os meus manos, Marcelo, Pedrão e Renan.
Marcelo – Eu já te vi na academia, não foi?
Eu – Foi sim, eu treino quase sempre no mesmo horário que você.
Vitor – Então vamos dar uma voltinha na terra? Ver se o seu jipinho agüenta?
O farol abriu pela segunda vez, e um carro atrás começou a buzinar.
Vitor – Para ali na frente pra a gente conversar.
Eu queria ir embora, mas as meninas começaram a insistir.
Juliana e Amanda – Para lá, para pra falar com eles, que que tem?
Eu – Que que tem que eu tenho namorado e o cara tá me cantando!
Meninas – Ah Má é só zueira
Parei o carro lá na frente perto deles.
Vitor – Vamos ali na fazenda Sto. Antonio, o cara lá não liga da gente fazer trilha.
Acabei indo, não tinha colocado meu jipe na terra ainda, e estava curiosa, sem falar que as meninas queriam uma aventura. Então fomos pra fazenda, e andamos nas estradas de terra de lá, tinha buracos, lama, passamos em um riozinho, meu Jeep não decepcionou apesar de eu ainda não ter experiência passou por tudo com facilidade.
No fim nos despedimos.
Vitor – Pega meu telefone pra a gente marcar outra trilha.
Eu peguei, mas disse:
Eu – Tá, mas eu tenho namorado.
Vitor (Com um ar sem graça) – Eu tava só zuando, liga pra a gente marcar outra dessas.
Voltamos pra casa, eu fui deixando as meninas na casa de cada uma delas, mas o diálogo sobre os garotos continuou.
Juliana – Viu ele já tá querendo te comer hahahah
Eu – Aff, sai fora!
Juliana – Porque amiga ele deve ter o pau grande! Hahaha
Eu – Ah de novo essa história?
Juliana – É verdade todo mundo diz!
Eu – Todo mundo diz, você já deu pra algum negro?
Todas rindo muito.
Amanda – É Ju você já deu pra algum negão? Hahaha
Juliana – Eu não, mas todo mundo fala isso, e já vi uns filmes que passavam no sexy hot.
Eu – Filme? Filme é tudo fake, e você assiste sexy hot é? Hahaha
Juliana – É meu pai assina né.
Amanda – O pai da Jú é tarado hahahaha
Juliana – Não!!! É que eu acho que ele quer que o meu irmão veja, sei lá.
Amanda – Então! Olha ai! Hahaha
Juliana – Não gente, ai que que tem, homem é assim! Hahaha
Eu – E ele deixa você assistir?
Juliana – Não, ele acha que eu não sei a senha que desbloqueia, mas eu sei e as vezes vejo uns filmes escondida hahaha.
Daí rolaram algumas histórias sobre o que acontecia nos filmes, mas a que interessa pro conto foi essa:
Juliana – Então de vez em quando tem um filme com algum negro comendo uma branca, e eles sempre tem paus enormes!
Eu – Mas isso é truque! É coisa de filme!
Juliana – Então pode até ser que nos filmes seja truque, mas já ouvi até em pesquisas que a média deles é sempre um pouco maior que a dos outros. Acho que é muita gente falando pra ser mentira.
Eu (já cheia) – Aff, então porque você não disse pra ele que você achava ele um gato e foi descobrir se era verdade!
Juliana – Não eu não, além disso ele tava paquerando você! Não eu!
Eu – Ele disse que era brincadeira!
Amanda – Ele ficou sem graça de você ter dito que tinha namorado, foi por isso, mas ele tava era de olho em você, e os outros ficaram secando eu e a Jú.
Juliana – Ai ó, perdeu o negão pra ficar com o japonês!
Eu – Jú! Que isso! Eu amo o Fabrí.
Juliana – Mas ele tá lá em São Paulo, e sabe lá se tá sozinho?
Eu – Claro que tá, ele também gosta de mim!
Amanda – Má, sem brincadeiras, mas eu acho bobagem você ficar presa no Fabrício, ele mora fora, tem as festas da faculdade, tem um monte de menino que fica te olhando, vai, lembra do Fê, me dei mau.
Fê, de Fernando, era o ex-namorado dela, que foi trabalhar na cidade vizinha e acabou arranjando outra.
Eu – Ai gente, eu e o Fabrício nos amamos, e eu sei que ele vai ser fiel!
Deixei a Jú na casa dela, e fui levar a Amanda, no caminho todo fomos em silencio, só ouvindo música, mas na hora da despedida:
Amanda – Má, até amanhã. Olha! Aquele negócio com os caras do jipe era brincadeira, deve ser tudo cafo, mas pensa direitinho no que eu te falei, você tem que pensar em você!
Eu – Amanda? Você tá sabendo de alguma coisa? Se tiver me fala!
Amanda – Não! Não sei de nada assim certo, aquele dia que ele veio aqui jogar video-game com o meu irmão, eu escutei ele falando que na faculdade dele é cheio de gostosas, iguais aquelas da TV, e tal.
Eu – Ah amiga isso é coisa de homem, eles falam mesmo.
Amanda – É eu sei que é coisa de homem, sei que você é muito bonita e não tem lógica ele fazer isso, mas homem é safado, pelo menos o Fê era, e pra mim era um santo. Bom pensa nisso vai…. Tchau, até amanhã.
Eu fui embora com aquilo na cabeça, e também com a história dos garotos do jipe. Não vou negar, uma das primeiras coisas que fiz naquela semana foi procurar na internet fotos e vídeos de homens negros, nada anormal, quero dizer eram enormes, mas pra mim aquilo era apenas um truque de photoshop, de câmera, e se realmente na vida real eram maiores era pouca coisa. Bom no próximo final de semana seria a páscoa, o Fabrício voltou pra nossa cidade, me trouxe um ovo da serenata de amor, um dos meus favoritos, sem falar no nome romântico, nos ficamos juntos e como sempre foi ótimo! Ele era tão carinhoso que acabei esquecendo aquelas coisas que a Amanda me disse. Demos muitas voltas no meu jipe vermelho, e bem a distância eu vi os garotos do jipe azul parados perto de um bar, acho que eles me viram também, e devem ter visto o Fabrício. Infelizmente chegou domingo a tarde e ele voltou pra São Paulo.
No final de semana seguinte uma amiga minha faria aniversário, a Jéssica. Eu pedi ao meu pai pra fazermos uma festinha na chácara, mas infelizmente ela já tinha sido alugada para aquele final de semana, então a festa seria mesmo na casa da Jé. Naquele domingo de manhãzinha iríamos para um churrasco na casa da Jé, eu e as meninas, Jú e Amanda, a segunda iria sozinha pra lá, mas eu é que buscaria a Jú em casa. Mas um pouco antes disso, lá pelas nove da manhã, o telefone de casa tocou, a empregada atendeu e chamou o meu pai, ele atendeu e ficou uma fera! Parece que o seu Zé que era quem ficava encarregado de abrir a chácara para os inquilinos, não tinha aparecido lá até então, meu pai teria que ir lá dar a chave pro pessoal que tinha alugado a chacára e estava esperando. Como eu estava de saída disse pro meu pai que levava a chave pra eles, ele concordou, mas me disse que eu deveria apenas entregar a chave e deixar que eles se virassem pra arrumar a chácara, disse que ele se entendia depois com eles, e que daria uma dura no seu Zé. Bom então eu fui lá pra chácara, ficava em um condomínio de chácaras e não era muito longe da cidade, mas quando eu entrei na rua da nossa chácara tive uma surpresa, lá longe, bem na frente da chácara, estava parado um jipe azul royal. Não poderia ser outro! Eram eles, os garotos do jipe azul, e mais dois amigos que eu não conhecia até então. Bom os que já falei aqui, o Vitor, Marcelo, Pedrão, Renan, e os outros dois o Marcio e o Pedrinho, quem vim a conhecer depois.
Bom cheguei lá na frente e chamei pelo Vitor, estava no EcoSport, e ele não percebeu que era eu no começo.
Eu – Vitor, vim trazer a chave.
Vitor – Ué, é você? A chácara é sua?
Eu – É do meu pai, o senhor que toma conta sumiu e não veio dar a chave pra vocês, ai meu pai me mandou aqui.
Vitor – Pois é a gente estava esperando.
Eu – Então desculpa, mas é que o seu Zé é alcoólatra, deve ter tido uma recaída, meu pai o mantém empregado por pena dele.
Vitor – Hummm, e você não me ligou?
Eu – Então não deu tempo, mas qualquer dia nós marcamos uma trilha.
Vitor – Eu vi você outro dia no seu jipe, você estava com um moço, é o seu namorado?
Eu – É! É o Fabrício, ele vem só no feriado, porque estuda fora.
Vitor – Entendi, a gente vai fazer um churrasco aqui em volta da piscina, você não quer entrar?
Eu – Não posso, eu tenho que ir no aniversário de uma amiga, e ainda tenho que pegar a Juliana na casa dela, lembra dela?
Vitor – Lembro! Mas entra um pouco antes de ir, é todo mundo pobre mais é limpinho hahaha.
Bom aqui ele pegou onde não devia, como meu pai tinha dinheiro, e eu como já disse antes sempre tive tudo do bom e do melhor, algumas pessoas na cidade, principalmente gente invejosa, dizia que eu era metida! Mas eu nunca fui metida!
Eu – Não tem nada haver! Entraria sim, mas é que estou com pressa.
Vitor – Mais entra um pouquinho, até lá pelas dez e meia, depois você vai buscar a Juliana, tenho que te apresentar o Pedrinho e o Marcio.
Bom pra não falarem que eu era metida, acabei entrando com eles na chácara, e aproveitei pra mostrar as coisas, mas descobri que eles já tinha alugado a chácara do meu pai várias vezes. Logo me ofereceram uma cervejinha, eu aceitei apesar de estar dirigindo, afinal era uma só, logo eles entraram na casa, só o Marcelo ficou lá fora conversando comigo.
Marcelo – E ai como que tá lá na academia?
Eu – Ah bem, to tentando subir o peso no agachamento, mas acho que já cheguei ao meu limite.
Marcelo – Não! Não pode pensar assim não, eu também achava que não conseguia passar o supino de 100 uma vez, mas depois de um tempo insistindo e tentando eu passei e fui embora.
Eu – Nossa tudo isso? Eu não faço muito pro braço lógico, mas supino eu fiz uma vez no articulado com cinco de cada lado, era horrível!
Marcelo – É pra mulher nem tem jeito mesmo, depois ficar com bração não rola em mulher, mas você tem um corpo super legal, não precisa mudar nada, tá perfeita.
Eu – Ah obrigada! Você também tem um corpo um corpo legal, aliás você e os outros três, eles também vão na academia?
Marcelo – Eles treinam há muito tempo também, mas eles vão a outra academia, eu vou lá na do clube porque meu pai trabalha no vestiário do clube, então eu não pago.
Então os outros garotos voltaram, saíram da casa de sunga, prontos pra cair na piscina, uau! O Vitor, o Pedrão e o Renan eram muito sarados! O Pedrão era o maior deles, parecia aqueles corpos de lata de suplemento, nossa comecei a sentir tesão só de olhar pra eles. Os três tinham aquele tanquinho maravilhoso, aqueles brações, bom é claro que eu já tinha visto isso quando conheci eles, mas ali com eles de sunga, aquilo era mais evidente. O Marcelo ainda estava trocado, mas já adianto que ele também é assim, todo saradão. Os outros dois novos, o Marcio e o Pedrinho eram um pouco diferentes, o Marcio era magro normal, nada de tanquinho ou braços fortes, apenas normal, já o Pedrinho fazia jus ao apelido! Ele era o único que não era alto, ele devia ter até menos de 1,70 porque parecia ser pouca coisa mais alto que eu, e ele era bem magrinho, braços e perninhas finas, pra falar a verdade parecia aqueles trombadinhas de cidade grande, até porque claramente ele era bem mais novo. Mas o que nenhum deles tinha como inho, era o volume da sunga! Todos eram volumosos, até o Pedrinho, dois estavam de sunga branca, um com uma vermelha, outro com uma azul marinho, um com uma verde limão, e o outro com uma preta, e as cores mais claras não deixavam dúvida, o negócio ali debaixo era grande! Quando o Marcelo foi colocar a dele, o Vitor veio falar comigo.
Vitor – E ai, como é essa festa de aniversário da sua amiga?
Eu – Ah é na piscina também, um churrasco como o de vocês. (Me arrependeria de falar isso)
Vitor – Mas então você tá com biquíni ai?
Eu (meia sem graça) – Sim, to com ele por baixo.
Vitor – Então entra na piscina com a gente!
Eu – Não posso, tenho que ir pra casa da minha amiga buscar ela ainda, e depois vai molhar o carro.
Vitor – Ah mas depois você da um jeito, vem!
Todos menos o Vitor entraram na piscina, e eles começaram a se preparar pra jogar um tipo de queimada aquática. Eles começaram a chamar o Vitor, e eu também. Mas ai meu celular chamou e era a Jú.
Juliana – Amiga onde você está?
Eu – Nossa já vou ai te buscar!
Juliana – Não! É por isso que tô te ligando, minha mãe vai passar lá perto e ela me deixa lá, pode ir direto.
Eu – Ah tá bom eu vou direto sim.
Ai o Vitor logo sacou e disse:
Vitor – Você não tem que buscar mais ela?
Respondi com a cabeça que sim.
Vitor – Vem pra piscina então.
Juliana – Quem tá ai? Que voz é essa? Amiga onde você tá?
Eu – Não é nada, é que olha você tinha razão.
Juliana – Razão de que?
Eu – Depois te conto, tchau.
Ai não tinha jeito, eles começaram a pedir pra que eu fosse a juíza do jogo, insistiram pra eu entrar na piscina. Eu me neguei, mas fiquei de fora olhando. Eu sei, eu devia ter ido embora, mas no fundo eu estava meio maravilhada com aqueles homens deliciosos ali, só de sunga, e pulando na piscina, se mexendo, e mostrando aqueles músculos pra mim, sem falar no volume das sungas, eu queria ver, só ver.
Eles jogaram um tempo, então o Vitor disse que tinha que ir ao supermercado lá perto comprar umas coisas pro churrasco. E eles queriam que eu entrasse na piscina com eles, pra continuar o jogo. O problema é que nos minutos que passei ali como juíza, eu fiquei tomando umas latinhas, e eu sou assim, depois da quarta latinha, não é que eu fique bêbada, mas já começo a fazer umas coisas que não faria normalmente. Então o Vitor saiu, e eu resolvi entrar na piscina, antes disso eu ainda tinha medo de ficar ali com aqueles seis homens quase nus, e eu de biquíni, sozinhos, eu mal conhecia eles né.
Bom eu estava de shorts e camiseta, foi fácil tirar a roupa e ficar com meu biquíni laranja. O melhor foi ver a cara deles me olhando de biquíni, pareciam cachorros “assistindo” o frango no forno. Entrei logo na piscina e comecei a jogar, estava realmente muito divertido! Estava no time do Marcelo e do Marcio, mas logo a coisa começou a mudar de figura. Depois de um esbarrão tentando desviar da bola, o Marcelo me abraçou com um braço pela cintura, dei uma risada sem graça, e tentei tirar aquele braço enorme do meu corpo, mas foi inútil. Logo disse:
Eu – Para, para hahaha, pode parar Marcelo.
Marcelo – Ah loirinha, você mesma disse que me curtia…
Nisso me encostou na parede da piscina e começou a dar beijinhos no meu pescoço, mas eu continuei me negando.
Eu – Não! Não! Você entendeu tudo errado! Só estava te elogiando, para que eu tenho namorado!
Marcelo – É você namora com um japa, vai que que isso, você é demais pra ele, japa não dá conta não, você precisa é de negão.
Eu – Não! Me solta, não quero nada não.
Marcelo – Ah por que? Você já experimentou pau preto?
Eu – Não! Para! Eu tenho namorado! Para com isso, é serio me solta!
Mas à medida que ele ia encostando os lábios no meu pescoço, tentando chegar na minha boca, eu apesar de dizer aquelas coisas, estava ficando com cada vez mais tesão! E logo me dei conta de estar com a mão no bum bum do Marcelo, agarrando aquele bum bum durinho. Percebem? Com a boca eu dizia uma coisa, mas com as mãos demonstrava outra. E os outros estavam só de olho e rindo entre eles.
Marcelo – Vai falar que você não tá com tesão de estar na piscina com cinco negões? Eim? Loira gostosa!
Nesse momento ele me beijou na boca, e tudo acabou ali! Parei de me negar, e retribuí o beijo dele, sim eu tinha namorado, estava ali sozinha com aqueles caras, indefesa, mas eu estava sentindo um tesão enorme com aqueles peitorais ralando nos meus peitos, aquela boca quente e gostosa.
Pedrinho – Ela precisa é de seis negões pra apagar o fogo dela, isso sim! (Com coisa que ele fosse um negão).
Então os outros começaram a se aproximar, e eu me vi logo cercada por cinco homens negros, três deles enormes. Começaram a passar a mão no meu corpo.
Eu – Que isso? O que vocês estão pensando?
Mas não dava pra disfarçar o meu tesão!
Pedrão – Pensando que você é uma puta de uma gostosa, nossa senhora!
Marcio – Vai dar pra seis, e nunca mais vai querer saber de japonês…
Renan – Vai pode contar pras amiguinhas e elas vão morrer de inveja.
Eu – É vão morrer mesmo, cinco homens gostosos como vocês.
Renan – Daqui a pouco o Vitor tá ai, e você vai dar pra seis negões, paty gostosa.
Pedi pra sair da piscina, todos saímos, e eu vi aquela visão maravilhosa! Os cinco com as sungas estourando pra segurar aqueles paus enormes. E aos poucos a visão ficou melhor, pois um a um eles foram tirando a sunga, e finalmente me mostrando aqueles paus pretos enormes! Sim era verdade, pode ser que seja truque de filme, ou sei lá o que, mas aqueles ali eram verdadeiramente muito bem dotados. Todos eles eram assim, até o Pedrinho que era pequeno, tinha um pauzão! Puxaram a parte de cima do meu biquíni, começaram a segurar meus peitos, e também chegaram com aqueles paus enormes na frente da minha boquinha, era um convite a fazer um longo boquete naqueles negões. Comecei pelo Marcelo.
Marcelo – Puta que paril, que língua gostosa! Mano que gostosa! Chupa meu pau puta!
Eu chupava o pau dele e segurava com minhas mãos os paus do Pedrão e do Marcio. Logo troquei.
Marcio – Hummm que língua veio! Chupa loirinha safada, puta!
Marcelo – Pega meu pau gostosa, segura nele segura?
Pedrão – Veio essa mulher é muito puta.
Eu (em uma pausa pra respirar) – Nossa que delicia de pau, enche minha boca de pau, enche?
Pedrinho – Cansou do pinto pequeno do Japa? Agora chupa o pau do negão vai sua putinha! Loira gostosa do caralho!
Chupei o pau deles por algum tempo, logo o Vitor chegou com uns pacotes.
Vitor – O louco, que que tá acontecendo aqui mano? Nossa! O louco, chupa o meu também!
E assim chupei o pau dele também. Fiquei ali ajoelhada no chão, no meio de uma rodinha de negros gostosos com seus paus enormes esperando pra serem chupados, um por um.
Vitor – Nossa sabia que você era puta desde que te vi, essa história de namorado, chama teu japa com a minha pica na boca, gostosa!
Marcelo – O japa não da conta veio, vamos apagar o fogo dessa loira hoje. Gostosa peituda.
Pedrinho – Velho olha que rabão que essa mina tem, olha os melões dela, olha essa cara de puta, olha essa mãozinha no meu pau, ela é muito puta!
Eu – Isso me chama de puta mesmo, sou uma puta mesmo quero dá tudo pra vocês, quero dá pra seis negões, quero ve esses seis paus me comendo, vem! Vem pegar a sua puta vem!
Vitor – Primeiro termina de chupar meu pau, chupa sua puta, chupa minhas bolas também!
O Vitor tinha uma coisa particular dele, não só o pau dele era grande, mas o saco dele era muito comprido, ficava com as bolas penduradas, era até meio feio de se olhar, mas no caso foi demais, e logo conto porque. Mas eu chupei sim as bolas deles, e claro, o que se faz pra um, faz pra todos, lambi o saco de cada um daqueles negões gostosos.
Pedrão – Deita ali na toalha que eu quero chupar essa buceta rosinha sua, deita lá.
Me deitei em uma toalha que eles esticaram na grama, perto da piscina, então senti a língua quente do Pedrão na minha buceta, aqueles dedos passando por ela, bem devagarzinho. E ao mesmo tempo eu continuei chupando o pau dos outros, dois a dois ficavam ali perto da minha cara, com os paus esperando pra receber meu boquete. Chupava um pouco um e depois chupava o outro, e sentia aquela língua do Pedrão na minha buceta, e logo outros também começaram a me chupar.
Pedrinho – Nossa Pedrão, deixa eu chupar essa buça rosa vai.
Pedrão – Chupa ela veio, é muito boa, chupa essa puta gostosa, loira tesuda!
Ele me chupou, e depois foi o Marcio, e eu continuava lá com a boca cheia de pau preto.
Renan – Agora cabo a brincadeira, vamos come essa paty gostosa, vai sai daí que eu vou meter nela.
Então ele meteu o pau na minha buceta, eu nunca em toda a minha vida tinha me sentido tão cheia daquele jeito, aquele pau era enorme, acho que dava quase o dobro do Fabrício, aliás, esse foi um dos poucos momentos que eu me lembrei dele, ou de alguém que não estava ali, naquele trepada insana!
Renan – Puta merda, que bucetinha apertada veio.
Marcelo – É Veio, o japinha não esticava isso ai não, precisava de negão pra abrir essa porra dessa buceta dela.
Eu – Para de falar de outro homem e vem me comer vem! Vem arreganhar a minha bucetinha vem negão gostoso! Vem coloca esse pauzão em mim, vai filho da puta, me fode.
Ele logo meteu na minha buceta, e eu continuei lá com ele me comendo e chupando os outros, e sentindo aquele emaranhado de mãos escuras cobrindo o meu lindo corpinho, nem sei que estava pegando onde, só sentia aquelas mão grandes e negras percorrendo o meu corpo. O Marcelo começou a meter mais forte, metia como louco.
Marcelo – Puta que paril, que buceta veio, segura ai loirinha vou te mostrar como que fode de verdade.
EU – Mete então negão, mete gostoso em mim, mete pra valer, você não é negão? Me come então.
Eu comecei a chupar o pau do Vitor, que ficou encima da minha cabeça, e ai é que as bolas dele fizeram a diferença.
Pedrinho – Hahaha olha o Vitão dando bolada na cara dela hahaha.
Sim conforme o saco dele balançava as bolas vinham e batiam no meu rosto, filha da puta que delicia aquilo, bem no meu olho, não doía, só aumentava meu tesão.
Marcelo – Tá gostando puta? Tá gostando de levar surra de bola hahaha
Eu – Tô adorando, nunca levei bolada no olho hahaha, dá essas bolas aqui na minha boca.
E comecei a chupar as bolas do Vitor novamente. Nossa que delícia sentir aquele pau indo lá no fundo da minha buceta, e chupar aquele pau, aquelas bolas, olhar e ver aqueles seis negros ali em volta de mim, me cercando e tratando como uma verdadeira puta!
Logo comecei a sentir que iria gozar, quando eu gozava, sentia minhas juntas ficarem duras, meus músculos ficavam tensos, todo o meu corpo ia endurecendo aos poucos, e dessa vez eu fiquei tão dura, que não conseguia me mexer direito, só sentia aquele pau preto enorme entrando e saindo da minha buceta, e já não conseguia mais segurar as bolas do Vitor na boca, só conseguia gemer bem alto. Até que enfim eu gozei, e meu corpo relaxou, eu sentia uma tremedeira enquanto os músculos iam relaxando aos poucos, nossa uma delicia!
Mas tudo continuou, saiu o Marcelo e entrou o Pedrinho, aquele negrinho sem graça, mas com um pauzão grande e grosso, era até engraçado, parecia ser do corpo de outra pessoa. Ele me colocou de quatro ainda na toalha na grama, eu ainda me apoiei com o corpo sobre o Marcelo, deitado perto da minha cabeça, assim o Pedrinho me comia de quatro, e eu podia chupar o pau do Marcelo e de outros que se aproximavam também. Como todo o baixinho ele era cheio de energia, e metia mesmo na minha buceta e me xingava.
Pedrinho – Vaca gostosa, toma pica toma, toma minha pica preta sua cachorra!
Eu – Humm putinho, mete esse pau em mim mete, negrinho (ele odiava ser chamado assim)
Então ele metia cada vez mais em mim, e eu lá chupando os paus do Marcelo e dos outros. Eles revezaram, o Vitor veio e me comeu também.
Eu – Ai caralho, que isso, que pau grande, soca com cuidado.
Vitor – Cuidado é o caramba, vou meter sem dó sua vaca, puta loira.
E assim ele meteu na minha buceta, nossa ele era muito “violento”, parecia uma britadeira, metia com tudo em mim, e dava vários tapas no meu bum bum.
Vitor – Que delícia de buceta, balança cachorra, balança esse rabão seu, vai paty putinha.
Eu delirei com aquilo! Nunca em toda minha vida eu senti um orgasmo voltar tão rápido, eu já estava começando a sentir meu corpo dando sinais, então eu pedia a ele que continuasse metendo.
Eu – Mete mais gostoso, mete mesmo negão, mete que eu vou gozar de novo, vai me come, me faz gozar na sua pica faz!
Ele me abraçou, me juntou no corpo dele, senti aquele peitoral forte encostando nas minhas costas, com um braço me abraçava, e com o outro segurava meu cabelo, não podia mais chupar ninguém, ele me abraçava tão forte, com aqueles braços enormes, eu já estava até sentindo um dolorido na costela, e ele metia como louco na minha buceta, e me empurrava pra cima com as metidas.
Eu – Ai filho da puta! Caralho de negão, mete que eu vou gozar, mete filho da puta, mete.
Marcelo – Vai lá Vitão, mete nessa puta, faz ela gozar, vamos.
Pedrão – Vai lá Vitão, acaba com essa paty!
Renan – Isso ai Vitão come essa puta, faz ela goza na pica de negão! Mostra pra ela o que é bom!
Eu senti tudo outra vez, meu corpo endureceu e eu gozei, fiquei até vermelha, mas gozei gostoso, me sentia exausta, mas ainda estava muito longe de acabar. O Vitor me comeu mais um pouco, e depois era a vez do Pedrão, ele se deitou na toalha, e eu montei nele, sentei naquele pau enorme, veio até no fundo da minha buceta, eu subia e descia naquele pau preto, e ainda ficava livre pra chupar e segurar o pau dos outros.
Pedrinho – Vai cachorra, monta nele mesmo sua puta, monta no Pedrão e chupa meu pau sua vaca!
Montei nele por um longo tempo, já estava ficando cansada, e estava sempre com a boca cheia de paus, e ainda tinha que me coordenar pra usar as mãos naqueles outros paus, uma loucura.
Marcio – Vai agora é minha vez, quero come essa puta também pô.
Eu – humm vem aqui me comer então negão safado. Ainda me falta a sua pica, vem!
Ele me puxou me colocou deitada na toalha, e entro no meio das minhas pernas, e assim me comeu sozinho, finalmente descansei daquela loucura toda, se é que ser comida por um nego daqueles de pau grande pode ser um descanso. Tinha muita química entre nós, ele não era nem um pouco atlético como os outros três, era um homem normal fisicamente, mas claro como todos ali com um mastro de respeito, e nós fodemos sem falar nada, só um olhando pro outro, e trocando beijos na boca, e claro eu gemia muito. Eu não era muito de gemer aliás, digo gemia normal, nada de ficar incomodando os vizinhos, ou outra bizarrices, mas naquele domingo, eu gemi como uma louca, nem eu sei explicar direito. Foi ai que ouvi:
Renan – Velho, vamos come o cú dessa puta!
Meu cú? Eu já não era mais virgem de cú a anos, todos os meus namorados adoravam comer meu cú, mas eu sinceramente nunca gostei muito, digo fazia pra agradá-los. Eu não gostava porque sentia uma dorzinha constante, mesmo com lubrificante e tudo. Mal sabia eu o que estava por vir.
Eu – Meu cú? Vocês querem meu cú? Tá eu dou meu rabo pra vocês seus jumentos, mas com cuidado, e devagar seus canalhas!
Marcelo – Vem cá putinha, fica de quatro aqui que eu vou arrombar esse rabão gostoso seu.
E lá fui eu pra fazer anal com um negão enorme daqueles, tive medo? Tive! Tive dor? Muita, mais muita dor! Não sei explicar o que aconteceu comigo naquele dia, acho que eu estava possuída de tesão, ou por alguma outra coisa, sei lá nem gosto de pensar muito nisso, só sei que apesar de tudo, eu fiz todas as coisas que eles queriam naquele dia, eu fui verdadeiramente uma puta pra eles.
Marcelo – Que rabão mano, você é muito puta! Dá o rabo pra mim cachorra.
Eu – Me come negão, mete essa pica preta em mim, arromba o meu cú filho da puta.
A cara dos outros assistindo aquilo era hilária, acho que nem eles acreditavam que aquilo estava acontecendo, foi muito louco. Eu dei pra ele, gemia como um animal, gemia alto, ainda bem que era uma chácara e os vizinhos moravam fora de lá também, porque eu fiz muito, mas muito barulho! Eles trocaram e um a um deles passou pelo meu cú, sempre com aquelas picas pretas e grossas, eu sempre sentindo que estava sendo partida no meio, mas adorando aquilo como nunca. Logo quando o Pedrão estava me comendo, eu novamente senti o gozo vindo, gozei outra vez ainda mais forte, sentia uma coisa inesquecível e indescritível, meu corpo já estava exausto, eu já pensava se daria conta, afinal eram seis homens, eu só tinha algumas vezes imaginado mas de forma bem superficial transar com dois homens, mas naquele dia eu estava não com dois, mas com seis, e seis negros, algo que eu nunca tinha imaginado em toda a minha vida. E não seria a única coisa que eu não tinha sequer imaginado que eu realizaria naquele dia!
Vitor – Vamos comer o cú e a buceta dela agora, vamos lá, coloca ela aqui no meu pau.
Comer minha buceta e meu cú? Como assim? Juntos? Como? Naquela época eu não tinha a menor idéia que existia esse negócio de dupla penetração, fiquei boiando, mas logo entendi como era aquilo.O Vitor deitou na toalha, e meteu na minha buceta, já o Pedrinho, veio e meteu no meu cú!
Eu – Meu Deus! O que é isso, dois paus dentro de mim? Que isso, ai que delícia, caralho, que porra é essa, meu Deus!
Vitor – É dois paus só pra você loirinha.
Pedrinho – Senti meu pau e do Vitão te arregaçar puta gostosa!
Marcelo – Dois paus pretos pra você, sua puta! Quer dá pro japa ainda? Sua cachorra.
Renan – Mostra pra essa vagaba o que é bom, dá duas picas pretas nela, vamos lá negada, vamos acabar com essa putinha.
E assim comecei a sentir aqueles dois paus enormes brigando dentro de mim, dor? Eu já não sentia mais nada! Só sabia gemer e provocar eles pra que continuassem me comendo. Senti meu cú sendo mais e mais arreganhado, minha buceta preenchida por aqueles caralhos pretos, me senti indefesa no meio daqueles negões, me senti completamente abandonada ali. Eles revezaram, de dois em dois entravam na minha buceta e cú, e depois ainda tive todos os meus “buracos” preenchidos, tinha um na minha buceta, um no meu cú, e outro na minha boca. Eu digo novamente, não sei explicar o que eu tive naquele dia, só sei que quanto mais eles queriam, mais eu queria, e cada vez me sentia mais e mais puta na mão deles, estava acabada, com o corpo super cansado, mas não queria que aquilo acabasse de jeito nenhum, se pudesse parar o tempo pra sentir a mesma sensação pra sempre, seria aquele dia a minha escolha. Eu gozei outra vez! E dessa vez aconteceu uma coisa muito estranha, eu gozei de uma maneira muito diferente, tudo começou como sempre com o corpo endurecendo, os músculos ficando tensos, mas eu senti arrepios de cima a baixo, senti tremedeiras antes do ápice do gozo, e gemi alto, mas muito alto, muito mais um grito que um gemido.
Eu – Me fode porra, soca esses paus em mim, me arregaça seus putos, ordinários, me come, come! Faz eu gozar, fode meu rabo e minha buceta, acaba comigo, me deixa louca vai, que gozar porra!
Entre outras coisas que eu disse. Ai depois de tudo isso eu dei um grito muito alto, e então comecei a chorar, eu não sei dizer porque, nunca tinha me sentido tão realizada como naquele dia, mas eu chorei, chorei muito. Eles não entenderam e acho que tentaram até parar, mas ai:
Eu – Me fode caralho, continua metendo no meu cú e na minha buceta.
Eles continuaram até que:
Pedrinho – Eu vou gozar caramba!
Vitor – Não veio sai fora e segura, não goza agora não, deixa pro fim.
Eu não entendi na hora, mas adorei depois. Então eles continuaram me comendo, um de cada vez, uns na buceta, outros no cú, mas um por um deles foi me comendo até sentir que queria gozar, e ai eles parava e ficavam lá assistindo os outros me comendo. Quando finalmente o ultimo, o Pedrão disse que iria gozar, ele tirou o pau do meu cú.
Vitor – Maíra, ajoelha ai que nós vamos te encher de porra, sua cachorra!
Sei lá, eu devia ter sentido nojo, mas aquele dia foi tão louco que eu não me recusaria a nada, fiz o que eles mandavam e de dupla em dupla eles chegavam perto do meu rosto e peitos e gozavam. A primeira foi o Pedrão e o Marcio.
Eu – Vai cachorros, goza aqui na sua puta, já me arregaçaram o rabo, goza em mim, me dá porra me dá, vai goza.
E tomei dois jatos de porra nos peitos, um de cada lado, um de cada vez! Delícia aquela porra quente escorrendo dos meus peitos, pela minha barriga. A próxima dupla foi o Pedrinho e o Vitor.
Vitor – Puta gostosa quer leitinho quer? Chega mais vou te dar leitinho na boca, vem.
Eu – Vai caralho, goza na minha boca cachorro.
Valeu à pena chupar aquele saco elástico do Vitor, aquelas bolas dele trabalhavam muito bem, ele deu um verdadeiro tiro de porra na minha boca, mas a porra voou pra todos os lados, e ele ainda deu uns três jatos fortes de porra, até voou no Pedrinho.
Pedrinho – Caralho, que isso veio, tá me estranhando? Goza na vaca não em mim meu!
Todos riram, mas o Vitor realmente soltou porra viu, além do tiro e dos três jatos, eu coloquei a boca no pau dele, e conforme eu chupava, a porra saia como se ele estivesse gozando ainda! Eu engoli tudo. Sim, eu engoli a porra dele! Hoje quando penso fico abismada, mas naquele dia eu era a rainha das putas viu, fiz de tudo sem pensar em nada. Ainda recebi uma bela gozada na boca do Pedrinho.
Eu – Goza aqui na boquinha, negrinho encardido! Hahaha
Pedrinho – Você vai ver quem é negrinho sua vaca! Toma porra!
Ele enfiou o pau fundo na minha boca, e gozou lá dentro, deu um pouco de ânsia, mas foi ótimo. Ele não gostava de ser chamado de negrinho, queria ser negão! E de pau realmente era. Então a ultima dupla, Renan e Marcelo, eles pararam na minha frente, com aqueles paus enorme apontando pra mim, que tesão, olhava pra cima e via aqueles dois negros altos e cheios de músculos, aqueles tanquinhos bem desenhados, parecia uma pintura.
Eu – Agora só falta vocês meus negos gostosos, goza aqui na sua putinha, vai me lambuza de porra, vai, usa essas mangueiras pretas pra me dar banho! Goza aqui filho da puta, goza em mim também cachorro.
Eles gozaram, praticamente ao mesmo tempo, vários jatos de porra atingindo os meus peitos, já lambuzados de porra dos outros, nunca vou esquecer aquilo.
Eu desmontei, fiquei ali no chão durante alguns instantes sem pensar em nada de fora, só relembrando as sensações daquela foda! Aos poucos eu fui recobrando a razão, e comecei a perceber o tamanho da loucura que eu tinha feito! Primeiro e com certeza mais grave de todas, eu tinha traído o Fabrício. Segundo eu tinha transado com alguém que eu mal conhecia. Terceiro, foi tudo sem camisinha! Eu poderia ter pegado uma doença, ou engravidado, bom isso não por que eu tomava remédio. Quarto eu tinha trepado com seis, nada menos que seis homens ao mesmo tempo, eu dei meu cú pra eles, eu deixei me comerem no cú e na buceta, eu deixei eles gozarem na minha boca, eu engoli porra! Que loucura! Por mais ativa que eu fosse, eu nunca tinha saído do básico, talvez de pra dizer que minha única estripulia era o anal, de resto eu era uma garota certinha. Quinto, o que aconteceria quando eles começassem a contar para os outros colegas deles, que eles tinham me comido daquele jeito? E se o Fabrí descobrisse?
Bom depois de um tempo eu tomei banho, e sai lá fora.
Marcelo – Onde você vai?
Eu – Eu vou embora.
Vitor – Mas já? Fica aqui com a gente, vamos continuar depois.
Eu – Que isso? Tá louco? Eu estou acabada, e tenho que ir pro aniversário da minha amiga, já perdi o almoço.
Vitor – Então mas vamos combinar outro dia?
Eu – Não! Nunca, pelo amor de Deus gente eu tenho namorado, olha por favor isso morre aqui, tá?
Renan – Fica tranqüila que ninguém vai contar nada, mas vamos marcar ai um outro dia vai, gostamos tanto de você Má.
Eu – Não! Não sei deixa eu ir embora.
Eu saí de lá, mas claro que não fui pra festa alguma, muito pelo contrário, depois de algum tempo comecei a me dar mais conta ainda da gravidade do que eu tinha feito, e principalmente por causa do Fabrício. Sai com o carro na estrada, e parei no acostamento, e fiquei lá pensando em tudo que tinha feito, naquele momento eu me sentia suja, e só depois de umas duas semanas comecei me sentir feliz com relação a tudo que aconteceu naquele dia de Domingo.
Espero que comentem.